Ano começa com salário mínimo em R$ 1.039,00

O salário mínimo será R$ 1.039,00 em 2020. O valor foi estabelecido em uma Medida Provisória assinada em 31 de dezembro pelo presidente Jair Bolsonaro.

Para estabelecer esse novo valor, foi usada a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), prevista para 2019, e as projeções de mercado do Banco Central para o mês de dezembro.

O valor diário do salário mínimo é de R$ 34,63, sendo a hora equivalente a R$ 4,72. O governo havia projetado o salário mínimo em R$ 1.031,00 por mês para 2020, conforme o Orçamento enviado ao Congresso. Porém, o novo valor se deu pela recente alta do preço da carne, que pressionou a inflação e, assim, gerou uma expectativa de INPC mais alto.

 

Bancos terão horário especial neste dia 24

Os bancos vão abrir em horário especial de atendimento neste dia 24.

Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) o horário de funcionamento na véspera do natal será das 9h às 11h. 

O último dia útil do ano para atendimento ao público, com expediente normal para a realização de todas as operações bancárias será 30 de dezembro. Já no dia 31 (terça-feira), as instituições financeiras não abrem para atendimento.

A federação orienta a população a utilizar os canais alternativos de atendimento bancário para fazer transações financeiras, como mobile e internet banking, caixas eletrônicos e correspondentes bancários.

Os carnês e contas de consumo (água, energia e telefone) vencidos no feriado poderão ser pagos, sem acréscimo, no dia útil seguinte. Normalmente, os tributos já estão com as datas ajustadas ao calendário de feriados, sejam federais, estaduais ou municipais.

 

Conab projeta novo recorde da safra brasileira com mais de 246 milhões de toneladas

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou  nesta terça-feira dia 10 a terceira estimativa da safra 2019/20 de grãos.

 A projeção sinaliza para uma produção de 246,6 milhões de toneladas, com aumento de 1,9%, equivalente a 4,6 milhões de toneladas, sobre a safra 2018/19.

Segundo o Conab, os números registram novo recorde da série histórica.

 A área semeada mantém a expectativa positiva de crescimento superior à safra passada, com variação de 1,5%, alcançando 64,2 milhões de hectares.

Vale lembrar que as culturas de segunda e terceira safras, além das de inverno, terão seus indicativos atualizados mais adiante, perto do período de cultivo.

A tendência para a soja é de crescimento de 2,6% na área plantada em relação à safra passada e a estimativa aponta também para uma produção de 121,1 milhões de toneladas.

 A Cobab destaca que as chuvas irregulares registradas no início do ciclo, em estados da região Centro-Oeste e Sudeste, por exemplo, apresentaram melhoras a partir do mês de novembro, o que favoreceu o avanço das operações de plantio.

Já no Matopiba [extensão geográfica de plantio] que engloba Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, as mudanças climáticas interferiram na evolução da semeadura, mas a perspectiva é que o plantio seja realizado dentro do calendário próprio para a região.

Milho -  A primeira safra do milho, que tem crescimento de área de 1,2% e totalização de 4,2 milhões de hectares, continua perdendo espaço para a soja neste período.

 Nesta primeira fase, a estimativa de produção é de 26,3 milhões de toneladas.

Com a colheita da soja, a partir de janeiro, inicia-se a semeadura da segunda safra de milho, que representa 72% da produção total do cereal no país.

Algodão - A área do algodão, que apresentou grandes aumentos nas últimas duas safras, registra agora um acréscimo de 1,6%, devendo situar-se em 1,6 milhão de hectares.

A produção estimada do algodão em caroço é de 6,8 milhões de toneladas e a da pluma, de 2,7 milhões de toneladas, similares, portanto, ao da safra anterior.

Feijão - Já para o feijão primeira safra, a estimativa é de redução de 1,3% na área em comparação com a temporada passada.

 A cultura também perde espaço para a soja e o milho que apresentam melhor rentabilidade.

 Também o trigo que já está com 97% da produção colhida, deve alcançar 5,2 milhões de toneladas e redução de 3,9% em relação a 2018.

Vendas do comércio crescem 0,7% em setembro, 5ª alta seguida

Vendas do comércio sobem 0,7% em setembro, a quinta alta seguida

As vendas do comércio varejista cresceram 0,7% em setembro, na comparação com o mês anterior, com os móveis e eletrodomésticos entre os principais destaques de alta, segundo dados divulgados nesta quarta-feira dia 13 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Foi o quinto resultado positivo consecutivo do setor no ano, com ganho acumulado de 2,4% no período.

 Trata-se também do melhor resultado para meses de setembro desde 2009 (1,1%). No acumulado no ano, o avanço chega a 1,3%, o que aponta sinais de uma recuperação mais firme do setor.

O IBGE mostrou ainda que a receita nominal do varejo cresceu 0,7% na passagem de agosto para setembro, pela série com ajuste sazonal. No confronto com setembro de 2018, essa receita teve elevação de 3,5%.

Em 12 meses, a alta passou de 1,4% em agosto para 1,5% em setembro, o que mostra uma melhora no ritmo de recuperação das vendas, embora ainda abaixo do patamar registrado em setembro do ano passado, quando acumulava alta de 2,8%.

Segundo o IBGE, 7 das 8 atividades pesquisadas tiveram alta no volume de vendas em setembro.

As maiores altas ocorreram nos segmentos de "Móveis e eletrodomésticos" (5,2%), "Tecidos, vestuário e calçados" (3,3%), "Outros artigos de uso pessoal e doméstico" (1,8%) e "Combustíveis e lubrificantes (1,2%)".

Veja o desempenho de cada segmento em setembro:

  • Combustíveis e lubrificantes: 1,23%
  • Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo: 0,2%
  • Tecidos, vestuário e calçados: 3,3%
  • Móveis e eletrodomésticos: 5,2%
  • Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria: 0,5%
  • Livros, jornais, revistas e papelaria: 0,2%
  • Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação: -2%
  • Outros artigos de uso pessoal e doméstico: 1,8%
  • Veículos, motos, partes e peças: 1,2% (varejo ampliado)
  • Material de construção: 1,5% (varejo ampliado) 

Já o comércio varejista ampliado, que inclui veículos automotivos e material de construção, registrou alta de 0,9% na passagem de agosto para setembro. Com isso, cresceu 3,6% no indicador acumulado no ano e 3,8% em 12 meses até setembro.

Petrobras arremata os dois primeiros blocos do megaleilão

A Petrobras ficou com os dois primeiros blocos do pré-sal, Búzios e Itapu, leiloados nesta quarta-feira (6), no Rio de Janeiro.

O bônus de assinatura acumulado no megaleilão do pré-sal, até o momento, é de R$ 69,9 bilhões.

A estatal adquiriu sozinha o campo de Itapu por R$ 1,76 bilhão, sem ágio.

Búzios, considerada a área mais promissora já descoberta no Brasil, foi arrematada sem ágio e bônus de assinatura de R$ 68,194 bilhões. A Petrobras fez a única proposta, ao lado das empresas chinesas CNOOC e CNODC. 

O terceiro campo a entrar no leilão, de Sépia, não recebeu ofertas.

megaleilão do pré-sal começou às 10 horas. O governo federal e a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) tinham a expectativa que o megaleilão possa arrecadar em torno de R$ 106,56 bilhões.

O leilão é considerado o maior da história no setor de petróleo e gás. Cerca de 14 empresas, privadas e estatais  foram habilitadas a participar.

Trump ajuda bolsas a atingir novas máximas

O presidente Jair Bolsonaro deve assinar o projeto de lei da Eletrobras e entregar o pacote de medidas pós-Reforma da Previdência ao presidente do Congresso, Davi Alcolumbre.

Haverá solenidade dos 300 dias do governo – há coisas para comemorar e também para refletir.

 Ontem, depois do fechamento, o Itaú Unibanco mostrou números notáveis e  hoje  o BTG Pactual veio com lucro sólido e ganhos de receita nas linhas mais voláteis.

 A ata da mais recente reunião de política monetária do Banco Central mostrou que a cautela deve dominar as ações da autarquia depois de dezembro  e o mercado pode corrigir projeções da taxa básica Selic abaixo dos 4,50%.

 Mundo afora, os ativos de risco têm mais um dia de máximas com sinais de que o presidente americano Donald Trump quer um acordo comercial.

Com queda da Selic, título do Tesouro Direto rende até 73,2% em 2019

A queda da taxa básica de juros da economia (Selic) ao piso histórico fez a rentabilidade dos títulos públicos prefixados explodir neste ano.

Dados do Tesouro Nacional mostram que nove desses títulos tiveram uma valorização acima da registrada pelo Ibovespa no acumulado de 2019 (o principal índice da Bolsa teve alta de 22% até agora).

Passagens de trem e Metrô de São Paulo terão reajuste de 7,5%

O Diário Oficial do estado de São Paulo publicou em sua edição de hoje (3) que os preços das passagens de trens da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e do Metrô sofrerão aumento de 7,5% a partir do dia 13 próximo.

Segundo a Secretaria dos Transportes Metropolitanos (STM), a tarifa básica do transporte público por trens e Metrô passará de R$ 4 para R$ 4,30.

A integração, entre trilhos e ônibus, vai de R$ 6,96 para R$ 7,48.

Quanto ao aumento, a secretaria informou que ele é baseado na inflação acumulada em 2018, de acordo com o IGP-M, e que reflete também o incremento dos custos operacionais e de recursos humanos das empresas.

As gratuidades para idosos, estudantes, portadores de necessidades especiais e desempregados vão ser mantidas.

Quem carregar o bilhete mensal ou 24 horas até o dia 12 de janeiro poderá viajar com o valor da tarifa antiga, enquanto o crédito do bilhete não se esgotar.

O Bilhete Mensal para trens passa de R$ 194,30 para R$ 208,90 (comum, válido somente para trilhos) e de R$ 307 para R$ 323,80 (integrado, usado com trilhos + ônibus).

Já o Bilhete 24 horas passou de R$ 15,30 para R$ 16,40 (comum) e de R$ 20,50 para R$ 21,60 (integrado).

Ônibus
Na capital paulista, os trens e o Metrô são responsabilidade do governo estadual e os ônibus, da prefeitura.

Em dezembro, a Secretaria Municipal de Transportes também anunciou aumento na tarifa básica dos ônibus a partir do dia 7 de janeiro. A tarifa passará de R$ 4 para R$ 4,30.

Processo coletivo da Gerdau irá injetar R$ 18 milhões na economia

Nesse domingo, dia 2, foi aprovado por unanimidade o acordo para pagamento do processo judicial coletivo da Gerdau sobre o adicional noturno estendido. A medida envolve cerca de 1.800 pessoas e deverá injetar R$ 18 milhões na economia.

O próximo passo será a homologação do acordo junto ao Tribunal Regional do Trabalho, em Campinas, que está programado para o dia 7, sexta-feira.

De acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos de Pindamonhangaba, a assembleia aprovou os parâmetros para cálculo do pagamento. A partir da segunda-feira, dia 10, o sindicato fará uma semana de plantão jurídico para que cada pessoa confira o valor que terá para receber, conforme o período trabalhado.

Segundo o presidente da entidade, Herivelto Vela, a assembleia ocorreu de forma transparente. “Uma grande participação, sede lotada. Abrimos o microfone, tiramos as dúvidas. Já são quase dois anos de negociação para chegar nessa proposta, que foi aprovada por unanimidade. Agora é importante que os envolvidos compareçam ao plantão pra gente checar cada caso e os trabalhadores possam enfim receber o direito deles”, disse Vela.

O plantão jurídico irá ocorrer das 9h às 17h, do dia 10 ao dia 14, na sede provisória do sindicato, que fica na Rua Albuquerque Lins, no 125, centro.

Processo. A discussão do adicional noturno estendido é sobre o período de quem trabalha de madrugada e que a jornada continua depois das 5h, até às 8h. A partir dessa negociação, a Gerdau também começará a pagar esse horário com adicional noturno para quem está na ativa.

Essa reivindicação tem mais de sete anos. O processo teve início em 2011, envolve também ex-funcionários. Conforme o período prescricional, ele não abrange quem saiu da empresa antes do dia 2 de março de 2009.

Go to top
JSN Time 2 is designed by JoomlaShine.com | powered by JSN Sun Framework