São José confirma 6 mortes por H1N1
O Institut o Adolfo Lutz, responsável por diagnosticar os casos de H1N1, confirmou ontem que São José dos Campos teve suas duas primeiras mortes causadas pela Gripe A neste ano. A primeira foi de um homem de 25 anos, ocorrida no último dia 31 de março.
Segundo os registros, ele teria tido os primeiros sintomas no dia 19 de março e procurado atendimento médico no dia 25, quando foi internado no Hospital Municipal, na zona leste.
Além de gripe H1N1, que foi confirmada somente com os exames, o homem também apresentou diagnóstico de leptospirose, que até então era considerada como a causa da morte.
Mais mortes. A segunda morte confirmada foi a de uma funcionária da Vigilância Sanitária, órgão vinculado à Secretaria de Saúde do município. Ela tinha 52 anos e sentiu os primeiros sintomas no dia 6 de abril. Procurou atendimento médico na Unimed no dia 11 de abril, após agravamento do quadro.
No dia 13 de abril, foi internada no Hospital Municipal e depois, a pedido da família, transferida na mesma data para o Hospital Santos Dumont, da Unimed, onde permaneceu até o dia 1º de maio, quando morreu.
Contabilizando as duas mortes, a cidade possui quatro casos confirmados da doença, que incluem ainda um paciente que passa bem e já teve alta e outro caso de um morador de São José que foi diagnosticado em São Paulo e também passa bem.
De acordo com o último balanço divulgado pela Prefeitura de São José dos Campos, a cidade possui 198 notificações de H1N1.
No total, 37 foram descartados, 4 deram positivo e outros 4 pacientes seguem internados e estão sendo tratados com o medicamento Tamiflu.
Com as duas mortes confirmadas em São José, subiu para seis as vítimas fatais pela doença nas cidades da RMVale.
Já foram registradas duas mortes em Pindamonhangaba, uma em Jacareí e uma em Caraguatatuba.
Vacinação.
Com a prorrogação da campanha contra o vírus H1N1 até amanhã, São José já atingiu meta de vacinação definida pelo Ministério da Saúde, com 86,75% do público alvo já imunizado.
Nº de mortes por H1N1 no País chega a 588
O número de mortes provocadas pelo vírus H1N1 subiu para 588, de acordo com boletim divulgado nesta terça-feira, 24, pelo Ministério da Saúde. O número é 16 vezes maior do que o registrado durante todo o ano de 2015, quando 36 óbitos foram confirmados.
Até o sábado passado, o País havia registrado 2.988 pacientes com a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), decorrente da infecção. Quase metade dos casos (1.394) está concentrada em São Paulo. No Rio Grande do Sul, foram identificados 297 casos, no Paraná, 289 registros e em Goiás, 1.923. Os casos se espalharam por mais 21 Estados do País e pelo Distrito Federal.
O Ministério elencou pontos de orientação a secretarias estaduais e municiais de saúde, como a disseminação do protocolo de atendimento a pacientes com fatores de risco e a ampla divulgação à população das medidas preventivas, como a lavagem das mãos.
Casos de microcefalia chegam a 1.434
O número de bebês com diagnósticos de microcefalia confirmados no País chegou a 1.434. O dado foi divulgado nesta terça-feira, 24, pelo Ministério da Saúde e faz referência a informações enviadas pelas secretarias estaduais de saúde até o dia 21 de maio.
Desde o início das investigações, em outubro de 2015, 7.623 casos da má-formação foram relatados como suspeitos, dos quais 3.257 permanecem sob análise e outros 2.932 foram descartados após os bebês apresentarem exames nornais.
O ministério informou que os 1.434 casos de microcefalia ocorreram em 517 municípios, de 25 Estados e do Distrito Federal; o Acre permanece como única unidade sem diagnóstico. Dentre os casos confirmados, 208 tiveram confirmação laboratorial para o vírus da zika.
"O Ministério da Saúde, no entanto, ressalta que esse dado não representa, adequadamente, a totalidade do número de casos relacionados ao vírus. A pasta considera que houve infecção pelo zika na maior parte das mães que tiveram bebês com diagnóstico final de microcefalia.", declarou a pasta.
No período da investigação, já foram registrados 285 óbitos relacionados à má-formação após ou durante a gestação. "O Ministério ressalta que está investigando todos os casos de microcefalia e outras alterações do sistema nervoso central, informados pelos Estados, e a possível relação com o vírus da zika e outras infecções congênitas. A microcefalia pode ter como causa diversos agentes infecciosos além do zika, como sífilis, toxoplasmose", dentre outros agentes infecciosos, informou.
Pernambuco é o Estado com o maior número de casos confirmados: 359. A Região Nordeste concentra 1.273 diagnósticos positivos para microcefalia, no total de 1.434. Em São Paulo, até o último registro, foram oito confirmações.
H1N1: SP prorroga campanha de vacinação
Após vários postos de saúde ficarem sem a vacina contra a gripe antes da data do término da campanha, prevista para esta sexta-feira, 20, a Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo anunciou que prorrogará até o próximo dia 31 de maio a imunização. "Aqui em São Paulo, a meta era vacinar 12,8 milhões de pessoas. Já passamos dos 100%, mas como teve um número de doentes crônicos maior (procurando a vacinação), o Estado já está distribuindo hoje (20) mais um milhão de doses", disse o governador Geraldo Alckmin (PSDB) na manhã desta sexta-feira.
Ele afirmou que as doses extras foram adquiridas por meio de uma parceria com o Instituto Butantã, produtor do imunizante, com verba própria estadual. "O Estado e o Butantã que estão colocando esse recurso, não é o Ministério da Saúde. São quase R$ 20 milhões a mais que estão sendo colocados para que a população paulista seja atendida", declarou o governador.
O secretário estadual da Saúde, David Uip, explicou que terão prioridade na distribuição das doses extras os municípios que ainda não alcançaram a meta de cobertura vacinal. "Temos regiões do interior que ainda não atingiram 100%. Então vamos estar suprindo através desse 1 milhão de doses do Butantã os locais que têm carência da vacinação. A distribuição será de sexta até segunda", disse.
Embora postos de saúde da capital paulista registrem falta da vacina, Uip explicou que a cidade já atingiu a meta de 100% e, portanto, não terá prioridade no recebimento das novas doses. "A opção primeira é quem não atingiu a meta. Se houver uma sobra, a gente volta para a cidade de São Paulo", afirmou.
Podem tomar a vacina pela rede pública crianças de seis meses a cinco anos, idosos, gestantes, puérperas, doentes crônicos, profissionais de saúde, indígenas, detentos e trabalhadores do sistema prisional.
Surto
Prevista para começar no dia 30 de abril em todo o País, a campanha de vacinação contra a gripe foi antecipada no Estado de São Paulo por causa de um surto precoce de H1N1 que atingiu alguns municípios paulistas. A imunização no Estado foi iniciada no dia 4 de abril para profissionais de saúde e no dia 11 de abril para o público em geral.
Segundo o mais recente boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, 470 pessoas já morreram por complicações do vírus H1N1 no País neste ano. Quase metade dos óbitos (223) ocorreram em território paulista.
H1N1: Campanha de vacinação termina amanhã
A Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe será encerrada amanhã (20). Devem receber a dose crianças com idade entre 6 meses e menores de 5 anos, gestantes, idosos, mulheres com até 45 dias após o parto, pessoas com doenças crônicas e profissionais de saúde.
Povos indígenas, pessoas privadas de liberdade e funcionários do sistema prisional também devem ser imunizados.
Dados do Ministério da Saúde mostram que já foram vacinados, até o momento, 35,4 milhões de brasileiros. O número representa 71% do público-alvo, formado por 49,8 milhões de pessoas consideradas mais vulneráveis para complicações provocadas pela gripe.
A meta é imunizar pelo menos 80% desse grupo.
Ainda de acordo com o balanço, o Paraná (85,2%), São Paulo (85%), o Amapá (81,7%), Espírito Santo (81,2%) e o Distrito Federal (80,9%) já atingiram a meta de vacinação para este ano.
Mais quatro estados alcançaram boa cobertura vacinal até o momento: Santa Catarina (79,1%), Rondônia (77,1%), Rio Grande do Sul (76,5%) e Goiás (74%).
TTé aguarda reposição de vacinas contra a gripe
O baixo estoque de vacinas contra a gripe H1N1 está afetando os postos de saúde de Taubaté. De acordo com a prefeitura, 12 das 28 unidades estavam com falta de vacinas.
Ainda segundo a administração, um pedido para a reposição das vacinas foi encaminhado para a Secretaria Estadual de Saúde. Em doze unidades de saúde há falta de vacina. O Estado informou que aguarda confirmação do governo federal sobre a data e o encaminhamento da nova remessa.
Até sexta (13), 51.624 pessoas haviam sido vacinadas em Taubaté, o que representa 84,69% de cobertura. A campanha de vacinação teve início no dia 30 de abril e deve ser finalizada na sexta (20). Em nota, a prefeitura informou que aguarda a reposição dos estoques para finalizar a campanha contra a influenza. Outras informações podem ser obtidas na Vigilância Epidemiológica de Taubaté pelo: (12) 3629-6232. As informações são do Portal Meon.
Gripe: TTÉ pede reposição de estoques de vacina
A Prefeitura de Taubaté aguarda para a próxima semana a reposição dos estoques de vacina por parte do Ministério da Saúde para finalizar a Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza.
De acordo com balanço da Vigilância Epidemiológica de Taubaté, até agora foram vacinadas, 51.624 pessoas, o que representa 84,69% de cobertura.
O pedido de reposição dos estoques foi encaminhado pela Vigilância Epidemiológica de Taubaté ao GVE (Grupo de Vigilância Epidemiológica). O Estado, por sua vez, aguarda uma nova remessa de lotes da vacina por parte do governo federal. Por meio de nota atualizada na última terça-feira, o Ministério da Saúde garante a reposição dos estoques dos estados até esta sexta-feira.
A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza começou no dia 30 de abril e termina na próxima sexta-feira, 20 de maio. Nesta última segunda-feira, 9 de maio, teve início a segunda etapa da campanha, destinada a pacientes portadores de doenças crônicas.
Pinda: Começa nova etapa de vacinação contra gripe
A segunda etapa da vacinação contra H1N1, em Pindamonhangaba, começou nesta segunda-feira (9). Nessa etapa, o público-alvo será de pessoas com doenças crônicas comprovadas por atestado médico, além de profissionais da saúde não atendidos na primeira etapa.
Os locais de vacinação serão o CEM – Centro de Especialidades Médicas – , a unidade de Saúde da Mulher e as ESFs dos bairros: Nova Esperança, Arco-Íris, Araretama III, Cidade Jardim, Bela Vista, Crispim, Castolira, Feital, Cisas, Vale das Acácias, Vila São Benedito, Cidade Nova, Jardim Imperial, Goiabal, Maricá, Campinas, Terra dos Ipês II, Cruz Grande, Santa Cecília, Triângulo, Jardim Eloyna e Jardim Regina.
A primeira etapa da vacinação privilegiou idosos com 60 anos ou mais de idade, crianças entre seis meses e menores de 5 anos, indígenas, gestantes, puérperas e profissionais de saúde. As pessoas da primeira etapa que ainda não tomaram vacina, poderão procurar os locais de vacinação até o final da campanha, no dia 20 de maio.
Importante destacar que as vacinas da campanha nacional contra H1N1 serão ministradas somente nas pessoas integrantes do grupo considerado prioritário pelo Ministério da Saúde. As informações são do Portal Agora Vale.
São José faz pesquisa de densidade larvária
Com a epidemia de dengue em São José dos Campos, a prefeitura realiza uma pesquisa de densidade larvária. O objetivo é fazer a vistoria de mais de 12 mil imóveis para identificar as regiões com maior número de criadores do mosquito.
A pesquisa começou na segunda-feira (2) e segue até 20 de maio. Segundo a administração, com os resultados será possível direcionar as estratégias para o combate à doença na cidade, apontando em que locais e qual o tipo de criadouro.
O levantamento anterior, realizado em janeiro, mostrou que o índice larvário do município (média), ficou em 1,4 - quatro décimos acima do limite aceitável pelo Ministério da Saúde.
Dengue
São José dos Campos tem 953 casos de dengue confirmados. Além da dengue, a cidade registra 15 casos de Zika Vírus e 5 de Chikungunya, também transmitidos pelo mosquito Aedes aegypti.
