H1N1: Pinda atinge 50% da meta de vacinação
A campanha de vacinação contra H1N1 começou neste sábado (30), e 11 mil pessoas foram vacinadas neste dia D. A campanha segue até o dia 20 de maio de 2016. A cidade conta com 9.661 crianças, 2.955 trabalhadores de saúde; 1.813 gestantes; 298 puérperas ; 15.313 idosos, totalizando 30 mil pessoas. E a meta do município é atingir 80% dos grupos prioritários, sendo 24 mil pessoas até o final da campanha.
De acordo com determinação do Governo do Estado de São Paulo, as vacinas serão aplicadas em duas etapas. Na primeira etapa estão sendo vacinados os idosos com 60 anos ou mais, as crianças entre 6 meses e menores de 5 anos de idade, os indígenas, as gestantes, as puérperas (mulheres que deram à luz há 45 dias) e os profissionais de saúde que trabalham em hospitais e unidades de pronto atendimento públicos e privados e nas Unidades Básicas de Saúde.
A segunda etapa da campanha de vacinação será a partir do dia 9 de maio, para as pessoas doenças crônicas comprovadas por atestado médico e os outros profissionais da saúde. A vacinação será realizada no Centro de Especialidades Médicas, Saúde da Mulher, e ESFs dos bairros.
As vacinas cedidas pelo Ministério da Saúde serão ministradas somente nas pessoas integrantes do grupo prioritário.
SJC: Mulher morre com suspeita de H1N1
Uma funcionária da Vigilância Sanitária de São José dos Campos, de 52 anos, morreu no domingo (1º) com suspeita de H1N1. Thelma Almeida estava internada no Hospital Santos Dumont em São José.
Segundo a Secretaria de Saúde da cidade, a vítima era um caso suspeito de H1N1 que ainda não foi confirmado. A secretaria ainda aguarda os resultados do exame. Thelma foi sepultada no Cemitério Horto São Dimas, na região central da cidade, no domingo. O Meon aguarda posicionamento do hospital sobre as causas da morte.
Casos
De acordo com a pasta, a cidade contabiliza 124 casos suspeitos que foram notificados conforme balanço divulgado na última quarta-feira (27). Deste total, 20 casos já foram descartados, com resultados negativos. Segundo a secretaria, até o momento não há caso de gripe H1N1 confirmado na cidade.
Dengue já é epidêmica em 12 Estados e no DF
Pelo menos 12 Estados e o Distrito Federal já atingiram níveis epidêmicos de dengue neste ano, segundo o mais recente boletim epidemiológico do Ministério da Saúde. A alta de infectados nessas unidades da federação fez o País também entrar em situação de epidemia, quando o índice de incidência da doença ultrapassa 300 casos por 100 mil habitantes.
Considerando dados de 1º de janeiro a 2 de abril, os últimos disponíveis, já são 802,4 mil registros de dengue no País, 13% a mais do que no mesmo período do ano passado, quando 705,2 mil pessoas ficaram doentes. Com o volume de casos, o País chegou ao índice de 392,5 casos por 100 mil habitantes.
A epidemia se instaurou com duas semanas de antecedência em comparação com o ano passado. Hoje, a taxa de incidência da doença ultrapassou esse nível na 13ª semana epidemiológica. Em 2015, isso havia ocorrido na 15ª semana.
Entre os Estados, o que tem a situação mais preocupante é Minas, que já acumula 278 mil registros e índice de 1.332 casos por 100 mil habitantes. Só em Belo Horizonte, já foram notificadas 79,7 mil infecções, o que coloca a capital mineira como a cidade com a maior taxa de incidência da doença entre os municípios brasileiros com mais de 1 milhão de habitantes.
Em seguida na lista de Estados com epidemia de dengue aparece o Rio Grande do Norte, com 857 casos por 100 mil habitantes.
Fazem parte também da lista de unidades da federação com surto da doença Acre, Rondônia e Tocantins, na Região Norte; Paraíba e Pernambuco, no Nordeste; Espírito Santo, no Sudeste; Paraná, no Sul; e todas as unidades da federação do Centro-Oeste: Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás.
Entre todos os Estados brasileiros, o que tem a menor taxa de incidência da doença é o Rio Grande do Sul, com 2.436 casos e índice de 21,7 registros por 100 mil habitantes.
Risco
São Paulo está a poucos casos de entrar em situação de surto. Já são 126,4 mil registros e taxa de incidência de 284,9 casos por 100 mil pessoas. O número, no entanto, é muito inferior ao registrado no ano passado, quando o Estado viveu a pior epidemia de dengue da sua história. No mesmo período de 2015, São Paulo já tinha 433 mil notificações da doença e índice de 977 casos por 100 mil habitantes.
Apesar da alta de registros de dengue neste ano no País, o número de pessoas que desenvolveram a forma grave da doença é menor do que o de 2015. Nas 13 primeiras semanas deste ano, foram 244 casos do tipo, ante 731 no mesmo período do ano passado. O número de mortes também caiu, de 427 para 140.
O maior número de óbitos de 2016 foi registrado em Minas, com 40 vítimas, seguido por São Paulo (28), Paraná (25) e Mato Grosso do Sul (11). No total, 18 Estados registraram mortes pela doença: dois no Norte, seis no Nordeste, quatro no Sudeste, dois no Sul e quatro no Centro-Oeste. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Pinda: Campanha de vacinação contra H1N1
A campanha nacional de vacinação contra H1N1 começa neste sábado (30), com o Dia D. Em Pindamonhangaba, de acordo com determinação do Governo do Estado de São Paulo, as vacinas serão aplicadas em duas etapas.
A primeira etapa começa no dia 30 e nela serão vacinados os idosos com 60 anos ou mais de idade, as crianças entre 6 meses e menores de 5 anos de idade, os indígenas, as gestantes, as puérperas (mulheres que deram à luz há 45 dias) e os profissionais de saúde que trabalham em hospitais e unidades de pronto atendimento públicos e privados e nas Unidades Básicas de Saúde.
A segunda etapa da campanha de vacinação será a partir do dia 9 de maio, para as pessoas doenças crônicas comprovadas por atestado médico e os outros profissionais da saúde. A vacinação será realizada no Centro de Especialidades Médicas, Saúde da Mulher e ESFs dos bairros.
A campanha nacional de vacinação segue até o dia 20 de maio de 2016. As vacinas cedidas pelo Ministério da Saúde serão ministradas somente nas pessoas integrantes do grupo prioritário.
A imunização é contraindicada para indivíduos com alergia grave ao ovo ou a qualquer outro componente da fórmula ou aqueles que apresentaram história de reação anafilática em dose anterior da vacina. Em caso de doenças agudas febris moderadas ou graves, é recomendado adiar a vacinação até a resolução do quadro.
No Dia D, serão locais de vacinação: Praça Monsenhor Marcondes (das 7h às 13h), e, das 8h às 17h: Centro de Especialidades Médicas, ESF Nova Esperança, ESF Arco-Íris, ESF Araretama III, ESF Cidade Jardim e Rural, ESF Bela Vista, UBS Crispim, ESF Castolira, ESF Feital e Domicílio, ESF Cisas, ESF Vale das Acácias, UBS Vila São Benedito, ESF Cidade Nova, Centro Comunitário Jardim Imperial, Centro Comunitário Goiabal e Rural, Centro Comunitário Maricá, ESF Campinas, UBS Terra dos Ipês II, ESF Cruz Grande, ESF Santa Cecília, ESF Triângulo, ESF Jardim Eloyna, ESF Jardim Regina e Saúde da Mulher.
SJC: Arrastão contra a dengue neste sábado
A Prefeitura de São José dos Campos realiza neste sábado (23) um arrastão contra a dengue em cinco bairros da região sudeste da cidade. A expectativa da prefeitura é vistoriar 7.523 imóveis, das 8h às 17h, no Jardim do Lago, Jardim Santa Rosa, Jardim Santa Julia, Jardim Santa Luzia e Jardim São Leopoldo.
Este é o quarto de cinco sábados consecutivos em que a Prefeitura fará arrastões desde que o município aderiu à campanha “Todos juntos contra o Aedes aegypti”, do governo do Estado. O projeto prevê repasses do Fundo Estadual de Saúde para o pagamento de diárias aos profissionais que trabalharem um dia a mais na semana.
A remuneração extra será de R$ 120 por agente e para cada dia de trabalho. A previsão da prefeitura é colocar na rua 55 agentes, a cada sábado.
Nos três últimos sábados, a ação ocorreu em bairros da região norte, leste e sul, respectivamente e registrou o recolhimento de 2.240 quilos de objetos que poderiam servir como criadouros.
O objetivo da ação é recolher objetos que podem acumular água, além de fazer uma varredura contra o mosquito. Os agentes passarão de casa em casa orientando e auxiliando os moradores a recolher todo o material que pode ser descartado e aplicando larvicida em criadouros fixos. Um caminhão passará recolhendo todo o material.
"Mais uma vez, o CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) alerta que esta é uma ação importante de prevenção e combate ao mosquito da dengue. Portanto, é fundamental que as pessoas entendam que a Prefeitura não vai recolher móveis velhos, como sofás e camas. Apenas os criadouros, aqueles objetos que podem juntar água e, por isso, representam um perigo já que favorecem a proliferação do mosquito", informou a Secretaria de Saúde em nota.
Com 875 casos confirmados de dengue atualmente, dos quais 794 autóctones (contraídos em São José) e 81 importados (contraídos em outras cidades), São José dos Campos entrou em estado de epidemia no fim do mês passado. A cidade também registra 15 casos de zika vírus e 5 casos de chicungunya, todos importados. As informações são do Portal Meon.
Zika tem preferência por células-tronco neurais
O vírus da zika tem preferência por infectar células-tronco neurais e a extensão dos danos provocados nessas células é diferente dependendo do momento da infecção. A conclusão é de um estudo realizado por cientistas da Universidade Jonhs Hopkins, nos Estados Unidos, e publicado nesta sexta-feira, 22, na revista científica Cell.
Para realizar o estudo, os cientistas utilizaram organoides cerebrais - popularmente conhecidos como minicérebros -, que mostram em três dimensões como o vírus afeta as células cerebrais.
A técnica de organoides cerebrais vem sendo usada por cientistas brasileiros, liderados pelo pesquisador Stevens Rehen, da Universidade Federal do Rio de Janeiro e do Instituto D'Or de Pesquisa e Ensino (IDOR). Em estudo publicado no início de abril na revista Science, eles usaram os minicérebros para concluir que o vírus zika de fato tem capacidade para infectar e matar células cerebrais humanas.
Os organoides são estruturas de tecido cerebral cultivadas em laboratório para mimetizar o órgão em formação. Embora sejam usados há alguns anos, os minicérebros têm uso limitado pelo alto custo e protocolos complexos.
O grupo da Johns Hopkins, liderado por Guo-li Ming e Hongjun Song, produziu uma versão de baixo custo que utiliza uma impressora 3D para fazer o equipamento - chamado de biorreator - que cultiva os minicérebros.
Segundo os autores, os biorreatores e os minicérebros produzidos por eles poderão abrir um novo caminho para o estudo do desenvolvimento cerebral humano, de distúrbios cerebrais e para o teste de novas drogas. "Quando surgiu a crise da zika, nós vimos que tínhamos o sistema perfeito para estudar os impactos do vírus. Já estávamos trabalhando nisso há três anos", disse Song.
Com os biorreatores, os cientistas produziram organoides de três regiões específicas do cérebro: prosencéfalo, mesencéfalo e hipotálamo. Os minicérebros cresceram e sobreviveram por 100 dias. Esse intervalo de tempo permitiu que os cientistas introduzissem a infecção por zika durante diferentes estágios do crescimento, simulando diversos períodos de seu desenvolvimento durante uma gravidez.
Os experimentos 3D confirmaram os resultados de vários outros trabalhos anteriores que já indicavam a preferência do vírus zika por infectar células-tronco neurais e reforçaram os dados clínicos indicando que o desenvolvimento de cérebro é mais vulnerável durante o primeiro trimestre da gravidez.
"Os organoides são muito menores e não geram neurônios de forma eficiente quando são infectados pelo vírus zika. Nos estágios posteriores, ainda se observa uma preferência por infectar as células-tronco neurais, embora os demais neurônios também sofram alguma infecção. A morte celular e a redução da proliferação dos neurônios é consistente com o que vimos nos estudos anteriores", disse Ming. As informações são da Agência Estado.
Pinda: Focos de dengue irão gerar multa
A Prefeitura de Pindamonhangaba multará em até R$ 1.650,80 os proprietários de residências que apresentarem focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika vírus e chikungunya. A lei nº 5902, de 5 de abril deste ano, foi publicada nesta quinta-feira (14).
A proposta é do Departamento de Proteção aos Riscos e Agravos à Saúde da prefeitura e, segundo a administração municipal, foi necessária devido ao aumento da proliferação do mosquito.
"O decreto para regulamentar a lei deverá ser publicado na próxima semana. A partir dessa publicação, os agentes de controle de vetores, que fazem a vistoria nos imóveis, já poderão iniciar os procedimentos", informou a prefeitura em nota nesta sexta-feira (15).
De acordo com o projeto, se constatados criadouros em residência, o proprietário receberá uma notificação com prazo de 24 horas para resolver o problema. Em caso de não cumprimento, será expedida multa, de acordo com o grau da infração.
Para casos de infrações leves, quando é detectado de um a três focos do mosquito, a multa é de cinco UFMPs (Unidades fiscais do município de Pindamonhangaba), o equivalente a R$ 412,70.
As infrações médias, com quatro a seis focos, geram multa de 10 UFMPs, no valor de R$ 825,40. As infrações graves, quando encontrados de sete a nove focos, causam multa de R$ 1238,10 (15 UFMPs) e para as multas gravíssimas, quando são encontrados dez ou mais focos, multa de R$ 1650,80 (20 UFMPs).
"Essa proposta de mudança na legislação, colocando esses valores, não foi elaborada pela questão arrecadatória, e sim para inibir os moradores para que eles possam se conscientizar dos riscos que os criadouros oferecem", explicou o diretor do Departamento de Proteção aos Riscos e Agravos à Saúde. Segundo a prefeitura, a arrecadação das multas será destinada à Secretaria de Saúde.
Denúncia
Além das vistorias realizadas pelos agentes, também poderá ser realizada a denúncia de focos do mosquito, por meio do site da prefeitura - clicando no banner da campanha - ou telefones da ouvidoria: 3644-5651 ou final 52.
Balanço
Até o último dia 15, a cidade registrava 288 casos de dengue e nenhum de zika vírus ou chikungunya. A atualização dos números é realizada todas as sextas-feiras, e pode ser conferida no site da administração municipal.As informações são do Portal Meon.
Casos de H1N1 no Brasil sobem para 1.012
O número de mortes provocadas por H1N1 aumentou 50% em uma semana. Boletim divulgado na manhã desta terça-feira, 19, pelo Ministério da Saúde, com dados reunidos até o dia 9, mostra que 153 pessoas faleceram em virtude de complicações provocadas por esse subtipo de vírus influenza.
No balanço anterior, o número contabilizado era de 102 óbitos. O ritmo do aumento de casos da infecção foi semelhante. Em uma semana, os registros de pacientes com a doença passou de 686 para 1.012, o equivalente a 47%. Um caso é importado, da França.
O aumento de casos foi identificado em todas as regiões do País. Sudeste segue em primeiro lugar, com 758 casos notificados - aumento de 37% em relação ao boletim anterior. No Sul, foram identificados 133 casos, 95% a mais do que identificado semana passada, quando 68 infecções haviam sido contabilizadas. No Centro-Oeste ocorreram 71 casos, e no Nordeste, 33. Norte apresente 16 registros de infecções.
Das mortes registradas, 103 foram identificadas no Sudeste. São Paulo, sozinho, respondeu por 91 dos óbitos da região. No Sul, foram 18 mortes - dez em Santa Catarina, seis no Rio Grande do Sul e duas no Paraná. No Centro-Oeste, foram contabilizadas 17 mortes. O maior registro de mortes aconteceu em Goiás, com nove casos.
Técnicos da Vigilância das Doenças Transmissíveis ouvidos pelo Estado afirmam que os números apresentados no boletim, embora assustem à primeira vista, seguem o perfil esperado para a epidemia. A tendência é de que o número de casos continue a aumentar.
O fato de alguns Estados terem antecipado a vacinação contra influenza entre grupos de risco, avaliam, não é suficiente para interromper o ciclo da epidemia em um período tão curto. A vacina começa a ter efeitos protetores duas semanas depois da aplicação.
Além disso, o principal objetivo da vacinação é evitar número de casos graves, complicações e óbitos. Tal impacto, completam, começará a ser notado nas próximas semanas, quando a cobertura vacinal entre grupos mais vulneráveis aumentar e o grupo já começar a apresentar maior proteção contra o vírus influenza. As informações são da Agência Estado.
Gripe: Vacinação para doentes crônicos
Começa nesta segunda-feira, 18, mais uma etapa da campanha de vacinação contra a gripe em São Paulo. Agora, serão imunizadas pessoas com doenças crônicas e mulheres que deram à luz há menos de 45 dias. Na semana passada, os postos municipais vacinaram 1,032 milhão de crianças menores de 5 anos, idosos e gestantes - 40,4% do público-alvo.
Para receber a vacina gratuitamente, pessoas com doenças crônicas que não são atendidas no posto de saúde municipal devem levar um atestado médico com o Código Internacional de Doenças (CID-10), da Organização Mundial de Saúde (OMS), ou apresentar a receita de um médico que conste o medicamento de uso contínuo. Mães de bebês com até 45 dias devem portar a certidão de nascimento do filho, o cartão gestante ou uma declaração da maternidade onde ocorreu o parto.
Iniciado no dia 11, o programa foi antecipado por causa do surto de H1N1 e do aumento de mortes no Estado. O número de mortos subiu de 70 para 91 em uma semana, segundo balanço da Secretaria Estadual da Saúde divulgado nesta sexta-feira, 15. O índice é nove vezes superior a todos os casos registrados em 2015, quando houve dez mortes.
No sábado, 16, o secretário municipal da Saúde, Alexandre Padilha, orientou que as pessoas que fazem parte do público-alvo da campanha tentem se vacinar no fim da manhã ou à tarde, períodos considerados mais tranquilos. Nas 87 UBSs integradas a unidades da Assistência Médica Ambulatorial (AMA), o horário de funcionamento da sala de imunização é das 7 às 19 horas durante a semana e aos sábados. Nas demais UBSs é possível se vacinar só até as 17 horas.
Na próxima segunda-feira, 30, a campanha de vacinação contra a gripe entra na sua última fase, destinada à população em geral, mas os grupos de risco continuam tendo prioridade.
